segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

erotic friend

Marina sempre foi uma grande amiga minha, e muitas vezes Rejane, minha esposa, sentiu ciúmes dela, por motivos bobos. Claro, bobos para mim. Dois anos a mais que eu, ela era muito bonita, cabelos pretos, a pele branquinha, seios fartos, e pernas de parar o trânsito. Após alguns problemas pessoais, ela foi morar em nossa casa por um tempo, até que arranjasse lugar para se acomodar melhor. Nesta época, minha esposa e eu vivíamos já o início da separação, eu dormia na casa de parentes, e durante o dia cuidava de nosso filho Guilherme.
Um dia, eu levei Guilherme para a escola, depois fui lavar umas roupas dele que estavam sujas. Sempre dividimos as tarefas em casa, e não era a separação que iria prejudicar isso. Marina chegou do trabalho exausta, fazia vendas porta-a-porta. Eu fiquei sem nada pra fazer, esperando que ela saísse do banho.
Eu estava organizando a bagunça no quarto de Guilherme quando ela entrou, de shorts e blusinha, com um creme hidratante na mão. Ela sabia que eu gostava de fazer massagens, já tinha feito algumas vezes nos pés dela. Deitou na cama e pediu que eu a massageasse, pois estava precisando.
Assim eu fiz, com muita delicadeza, concentrei-me nos pés cansados, mas era inevitável não tocar naquelas coxas maravilhosas. E assim fui, coxas, costas, ombros, sempre com todo o respeito que tive com minha amiguinha. Até que ela começou a gemer baixinho, a cada movimento que eu fazia. Falou que eu podia tirar a blusa, o que obedeci de pronto. Logo, começou a empinar a bunda e gemer mais alto.
Eu não estava acreditando. Marina estava ali, eu “montado” sobre ela, minhas mãos deslizavam em suas costas facilmente graças ao creme, e ela estava ficando excitadíssima com isso. Mais alguns movimentos, e percebi que podia ousar mais. Delicadamente, tirei-lhe o sutiã, e também o shorts. Só de calcinha, ela relaxou mais, e a massagem agora era de corpo inteiro mesmo. Eu descia aos pés dela, e depois subia novamente, aquela bundinha maravilhosa arrebitada para mim, aquele mulherão ali na minha frente.
Beijei-lhe a nuca, e ela pediu que eu não parasse, que queria gozar em minhas mãos. -Nossa! – pensei. Que responsabilidade.
Prossegui a massagem, ela mesma pôs minhas mãos a tirar-lhe a calcinha, e eu passei a acariciar sua bunda também, alternando com suaves toques na virilha. Eu suava demais, mas não podia abandonar agora. Massageava as costas e ombros, enquanto ela se roçava em meu calção, a essa altura todo melado. Dos ombros, passei a mão por baixo dela e acariciei de leve seus seios, a esta altura com os mamilos rígidos. Ficamos ainda um tempo assim, eu sobre ela acariciava seus pêlos, sua barriga, ela se contorcia e gemia baixinho, estava ofegante já, eu não resisti mais. Abandonei a massagem e passei a acariciá-la com minha língua, pelas pernas, coxas, costas... Então ela se virou, pude beijá-la com muito carinho, acredito que como jamais havia beijado... Me deixou brincar com a língua em seus mamilos, sua barriga... aquele umbigo... a virilha.. as coxas... e voltava tudo de novo.
Tratei-a literalmente com um banho de gato. Enquanto meus dedos brincavam com seus mamilos, eu me deliciava com o sabor adocicado de seu sexo. Minha língua em vai-e-vem a deixava mais excitada ainda, ela gemia, suava, tremia... estava tendo um orgasmo assim...
Eu jamais tinha imaginado isso, não me considerava capaz de fazer uma mulher daquelas sentir prazer, ainda mais sendo minha amiga!
Continuei chupando-a e acariciando-a, alternava mordiscadas nos seios com beijos na boca deliciosa, e voltava a chupá-la, forçava como se pudesse penetrá-la com a língua, e ela tremia. Fiz longos passeios com a língua em suas coxas grossas, eu sua barriguinha, ia e voltava... eu estava no paraíso...

1 comentários:

Escuteseusolhos.blogspot.com disse...

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Abraço

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