Marina sempre foi uma grande amiga minha, e muitas vezes Rejane, minha esposa, sentiu ciúmes dela, por motivos bobos. Claro, bobos para mim. Dois anos a mais que eu, ela era muito bonita, cabelos pretos, a pele branquinha, seios fartos, e pernas de parar o trânsito. Após alguns problemas pessoais, ela foi morar em nossa casa por um tempo, até que arranjasse lugar para se acomodar melhor. Nesta época, minha esposa e eu vivíamos já o início da separação, eu dormia na casa de parentes, e durante o dia cuidava de nosso filho Guilherme.
Um dia, eu levei Guilherme para a escola, depois fui lavar umas roupas dele que estavam sujas. Sempre dividimos as tarefas em casa, e não era a separação que iria prejudicar isso. Marina chegou do trabalho exausta, fazia vendas porta-a-porta. Eu fiquei sem nada pra fazer, esperando que ela saísse do banho.
Eu estava organizando a bagunça no quarto de Guilherme quando ela entrou, de shorts e blusinha, com um creme hidratante na mão. Ela sabia que eu gostava de fazer massagens, já tinha feito algumas vezes nos pés dela. Deitou na cama e pediu que eu a massageasse, pois estava precisando.
Assim eu fiz, com muita delicadeza, concentrei-me nos pés cansados, mas era inevitável não tocar naquelas coxas maravilhosas. E assim fui, coxas, costas, ombros, sempre com todo o respeito que tive com minha amiguinha. Até que ela começou a gemer baixinho, a cada movimento que eu fazia. Falou que eu podia tirar a blusa, o que obedeci de pronto. Logo, começou a empinar a bunda e gemer mais alto.
Eu não estava acreditando. Marina estava ali, eu “montado” sobre ela, minhas mãos deslizavam em suas costas facilmente graças ao creme, e ela estava ficando excitadíssima com isso. Mais alguns movimentos, e percebi que podia ousar mais. Delicadamente, tirei-lhe o sutiã, e também o shorts. Só de calcinha, ela relaxou mais, e a massagem agora era de corpo inteiro mesmo. Eu descia aos pés dela, e depois subia novamente, aquela bundinha maravilhosa arrebitada para mim, aquele mulherão ali na minha frente.
Beijei-lhe a nuca, e ela pediu que eu não parasse, que queria gozar em minhas mãos. -Nossa! – pensei. Que responsabilidade.
Prossegui a massagem, ela mesma pôs minhas mãos a tirar-lhe a calcinha, e eu passei a acariciar sua bunda também, alternando com suaves toques na virilha. Eu suava demais, mas não podia abandonar agora. Massageava as costas e ombros, enquanto ela se roçava em meu calção, a essa altura todo melado. Dos ombros, passei a mão por baixo dela e acariciei de leve seus seios, a esta altura com os mamilos rígidos. Ficamos ainda um tempo assim, eu sobre ela acariciava seus pêlos, sua barriga, ela se contorcia e gemia baixinho, estava ofegante já, eu não resisti mais. Abandonei a massagem e passei a acariciá-la com minha língua, pelas pernas, coxas, costas... Então ela se virou, pude beijá-la com muito carinho, acredito que como jamais havia beijado... Me deixou brincar com a língua em seus mamilos, sua barriga... aquele umbigo... a virilha.. as coxas... e voltava tudo de novo.
Tratei-a literalmente com um banho de gato. Enquanto meus dedos brincavam com seus mamilos, eu me deliciava com o sabor adocicado de seu sexo. Minha língua em vai-e-vem a deixava mais excitada ainda, ela gemia, suava, tremia... estava tendo um orgasmo assim...
Eu jamais tinha imaginado isso, não me considerava capaz de fazer uma mulher daquelas sentir prazer, ainda mais sendo minha amiga!
Continuei chupando-a e acariciando-a, alternava mordiscadas nos seios com beijos na boca deliciosa, e voltava a chupá-la, forçava como se pudesse penetrá-la com a língua, e ela tremia. Fiz longos passeios com a língua em suas coxas grossas, eu sua barriguinha, ia e voltava... eu estava no paraíso...
Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008
GRAVATAS - PARTE 1
O dia mal começou, e um homem grisalho vem chegando em sua casa, em um bairro simples, periferia de alguma grande cidade por aí. Traz consigo o jornal, que prudentemente comprou, na mesma banca que tomou um café com velhos amigos. Seu nome é Epaminondas. Podia ser João ou José, a pronúncia é bem mais fácil, mas seus pais lhe deram esse lindo nome que parece nome de remédio... para o fígado? Bem que podia ser algo mais nobre.
O cachorro o espera no portão, e o segue até a sala. Deita no tapete, e espera sua ração. O homem enche um pote com o apetitoso manjar canino e coloca ao lado do companheiro. Senta-se no sofá, ajeita os óculos e passa a ler o diário. Um presidente falou mal do outro, um ator bateu o carro, um bandido escapou da prisão. Todo dia é a mesma coisa. Ele olha o cão e pensa: que vida boa, ser um animal. Sem impostos, sem preocupação alguma, sem ter que andar vestido, sem ter que fechar a porta da rua que deixei aberta...
O peso dos anos de trabalham já o incomodam, e não é tão fácil como antes sair da poltrona. Após duas tentativas, ele consegue. Vai até a sala, fecha a porta, passa pela cozinha e pega um café. Jogou o jornal em algum lugar que depois vai ter que procurar, e liga a TV.
Esperava encontrar alguma coisa qualquer para ver, ou para criticar, pelo menos. Plantão. Notícia de última hora. E já é polêmica. Um homem encontrado morto pela manhã, na garagem de um prédio onde funcionam vários escritórios. Advogados, médicos, agiotas. O homem se empolga. Enfim, algo diferente em uma segunda-feira chata e sem graça.
O jovem repórter mostra o local onde estava o corpo, como se isso ajudasse a explicar a morte. A vítima era um jovem empresário emergente, estva indo encontrar com seu advogado, que nada explicou também. A polícia não quer dar detalhes, tudo está sendo investigado. Nada foi roubado, quebrado ou mudado de lugar. A única evidência até então são marcas no pescoço do homem, como se tivesse sido estrangulado. Um policial ordena que parem de filmar, e acaba a brincadeira.
Seu nondas, seu nondas, alguém vem gritando. É o garoto filho do vizinho, que ainda não consegue dizer certo o nome do simpático vovô. Ele vem trazer biscoitos para o cão todo dia. Coisa de criança que não tem um cachorro, se apegou ao do vizinho. Assim como entrou, logo vai saindo pela porta dos fundos, deixando um rastro de sujeira, trazida pelos pés imundos do quintal. O canino fica todo animado, mas não segue o garoto. Olha para o dono, que o dispensa: pode ir, mas volte logo!
Epaminondas passou o dia em casa, acompanhando os noticiários, que não cessaram. Todos queriam saber a causa mortis do empresário, mas o IML não liberou informação alguma que pudesse explicar o caso. Somente à noite, num telejornal menos cotado de uma emissora menor, que uma evidência surge. Um furo de um jovem repórter: existe uma testemunha do fato. Alguém viu a vítima saindo de seu carro, e estava viva ainda. Teria fechado o veículo, e logo em seguida levado a mão ao pescoço, como se algo o incomodasse. Logo, estava caido ao chão. A testemunha, de rosto não identificado e voz adulterada, sentira medo e saiu correndo para seu trabalho.
'Que bobagem', pensava Epaminondas. Tanta gente que morre todo dia, para que a preocupação com esse? É só mais um, ora. E tomou o cão pela coleira para passear pelo bairro. O ar fresco da noite lhe fazia bem. Gostava especialmente de passar em frente aos bares, e ver a garotada que se reunia por ali, pricipalmente as moças... ah! As moças. Quem dera ter de novo seus 20 e poucos anos.
O cachorro o espera no portão, e o segue até a sala. Deita no tapete, e espera sua ração. O homem enche um pote com o apetitoso manjar canino e coloca ao lado do companheiro. Senta-se no sofá, ajeita os óculos e passa a ler o diário. Um presidente falou mal do outro, um ator bateu o carro, um bandido escapou da prisão. Todo dia é a mesma coisa. Ele olha o cão e pensa: que vida boa, ser um animal. Sem impostos, sem preocupação alguma, sem ter que andar vestido, sem ter que fechar a porta da rua que deixei aberta...
O peso dos anos de trabalham já o incomodam, e não é tão fácil como antes sair da poltrona. Após duas tentativas, ele consegue. Vai até a sala, fecha a porta, passa pela cozinha e pega um café. Jogou o jornal em algum lugar que depois vai ter que procurar, e liga a TV.
Esperava encontrar alguma coisa qualquer para ver, ou para criticar, pelo menos. Plantão. Notícia de última hora. E já é polêmica. Um homem encontrado morto pela manhã, na garagem de um prédio onde funcionam vários escritórios. Advogados, médicos, agiotas. O homem se empolga. Enfim, algo diferente em uma segunda-feira chata e sem graça.
O jovem repórter mostra o local onde estava o corpo, como se isso ajudasse a explicar a morte. A vítima era um jovem empresário emergente, estva indo encontrar com seu advogado, que nada explicou também. A polícia não quer dar detalhes, tudo está sendo investigado. Nada foi roubado, quebrado ou mudado de lugar. A única evidência até então são marcas no pescoço do homem, como se tivesse sido estrangulado. Um policial ordena que parem de filmar, e acaba a brincadeira.
Seu nondas, seu nondas, alguém vem gritando. É o garoto filho do vizinho, que ainda não consegue dizer certo o nome do simpático vovô. Ele vem trazer biscoitos para o cão todo dia. Coisa de criança que não tem um cachorro, se apegou ao do vizinho. Assim como entrou, logo vai saindo pela porta dos fundos, deixando um rastro de sujeira, trazida pelos pés imundos do quintal. O canino fica todo animado, mas não segue o garoto. Olha para o dono, que o dispensa: pode ir, mas volte logo!
Epaminondas passou o dia em casa, acompanhando os noticiários, que não cessaram. Todos queriam saber a causa mortis do empresário, mas o IML não liberou informação alguma que pudesse explicar o caso. Somente à noite, num telejornal menos cotado de uma emissora menor, que uma evidência surge. Um furo de um jovem repórter: existe uma testemunha do fato. Alguém viu a vítima saindo de seu carro, e estava viva ainda. Teria fechado o veículo, e logo em seguida levado a mão ao pescoço, como se algo o incomodasse. Logo, estava caido ao chão. A testemunha, de rosto não identificado e voz adulterada, sentira medo e saiu correndo para seu trabalho.
'Que bobagem', pensava Epaminondas. Tanta gente que morre todo dia, para que a preocupação com esse? É só mais um, ora. E tomou o cão pela coleira para passear pelo bairro. O ar fresco da noite lhe fazia bem. Gostava especialmente de passar em frente aos bares, e ver a garotada que se reunia por ali, pricipalmente as moças... ah! As moças. Quem dera ter de novo seus 20 e poucos anos.
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